Foto: Nelson Beserra :: Tambor de Crioula

Uma das mais importantes manifestações culturais da minha cidade. Sabe quando você escuta uma música que contagia e envolve? Esse é o ritmo do tambor de crioula do Maranhão.
Essa manifestação passou a ser considerada "Patrimônio Imaterial da Humanidade". Devemos valorizar e mantê-la viva em nossa cidade.
Envolvendo dança circular, canto e percussão, o Tambor de Crioula tem sua origem ligada à resistência cultural dos negros e de seus descendentes. Seu reconhecimento veio se constituindo aos poucos.
No dia 6 de setembro, celebra-se a data dessa que é uma das mais belas manifestações culturais do Maranhão e que, desde o ano passado, passou a contar com o seu memorial, a Casa do Tambor de Crioula, instalada em uma antiga fábrica no centro de São Luís.
É uma dança sensual, excitante, que apresenta variantes quanto ao ritmo e a forma de dançar, praticada especialmente em louvor a São Benedito.
É dançado apenas por mulheres que fazem uma roda, em cujo centro evolui apenas uma delas. O momento alto da evolução é a "punga" ou umbigada. A punga é uma forma de convite para que outra dançarina assuma a evolução no centro da roda.
O Tambor de Crioula é ritimado por três tambores, que recebem os nomes de grande ou roncador (faz a marcação para a punga), meião ou socador (responsável pelo ritmo) e pequeno ou crivador (faz o repicado).
Atualmente, no Maranhão, vem sendo apropriado por grupos distintos e praticado por pessoas da classe média, estudantes, artistas e intelectuais. Existem mais de sessenta grupos de Tambor de Crioula catalogados no estado.
Na foto, o couro dos tambores é aquecido em fogueiras, obervando a nobre presença do componente da dança.
Uma das mais importantes manifestações culturais da minha cidade. Sabe quando você escuta uma música que contagia e envolve? Esse é o ritmo do tambor de crioula do Maranhão.
Essa manifestação passou a ser considerada "Patrimônio Imaterial da Humanidade". Devemos valorizar e mantê-la viva em nossa cidade.
Envolvendo dança circular, canto e percussão, o Tambor de Crioula tem sua origem ligada à resistência cultural dos negros e de seus descendentes. Seu reconhecimento veio se constituindo aos poucos.
No dia 6 de setembro, celebra-se a data dessa que é uma das mais belas manifestações culturais do Maranhão e que, desde o ano passado, passou a contar com o seu memorial, a Casa do Tambor de Crioula, instalada em uma antiga fábrica no centro de São Luís.
É uma dança sensual, excitante, que apresenta variantes quanto ao ritmo e a forma de dançar, praticada especialmente em louvor a São Benedito.
É dançado apenas por mulheres que fazem uma roda, em cujo centro evolui apenas uma delas. O momento alto da evolução é a "punga" ou umbigada. A punga é uma forma de convite para que outra dançarina assuma a evolução no centro da roda.
O Tambor de Crioula é ritimado por três tambores, que recebem os nomes de grande ou roncador (faz a marcação para a punga), meião ou socador (responsável pelo ritmo) e pequeno ou crivador (faz o repicado).
Atualmente, no Maranhão, vem sendo apropriado por grupos distintos e praticado por pessoas da classe média, estudantes, artistas e intelectuais. Existem mais de sessenta grupos de Tambor de Crioula catalogados no estado.
Na foto, o couro dos tambores é aquecido em fogueiras, obervando a nobre presença do componente da dança.
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